superar dificuldades

Filosofia da Dor

EmmanuelDo Livro “Palavras de Emmanuel”
(Emmanuel/Chico Xavier)


Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio? (V. L.)

A agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma e a moléstia incurável pode ser um bem, como a única válvula de escoamento das imperfeições do Espírito em marcha para a sublime aquisição de seus patrimônios da vida imortal. (Con.)

A doença sempre constitui fantasia temível no campo humano, qual se a carne fosse tocada de maldição; entretanto, podemos afiançar que o número de enfermidades, essencialmente orgânicas, sem interferências psíquicas, é positivamente diminuto. (V. L.)

A doença incurável traz consigo profundos benefícios. Que seria das criaturas terrestres sem as moléstias dolorosas que lhes apodrecem a vaidade? Até onde poderiam ir o orgulho e o personalismo do espírito humano, sem a constante ameaça de uma carne frágil e atormentada? (Con.)

Em muitas ocasiões, a contrariedade amarga é aviso benéfico e a doença é recurso de salvação. (V. L.)

Há criaturas doentes que lastimam a retenção no leito e choram aflitas, não porque desejem renovar concepções acerca dos sagrados fundamentos da vida, mas por se sentirem impossibilitadas de prolongar os próprios desatinos. (P. N.)

Se te encontras atado ao leito, incapaz de mobilizar as próprias energias, em benefício de ti mesmo, recorda que, por vezes, a lição da enfermidade deve ser mais longa, a favor de nossa grande libertação no futuro. (R. – 2/953)

Os aleijões de nascença e as moléstias indefiníveis constituem transitórios resultados dos prejuízos que, individualmente, causamos à corrente harmoniosa da evolução. (Rot.)

A moléstia incurável é um escoadouro bendito de nossas imperfeições. (Ren.)

O amor equilibra, a dor restaura. É por isso que ouvimos muitas vezes: Nunca teria acreditado em deus se não houvesse sofrido. (C. V. V.)

O homem comum, nos seus interesses mesquinhos, não considera a dor senão como resgate e pagamento, desconhecendo o gozo de padecer por cooperar sinceramente na edificação do Reino do Cristo. (Ren.)

Abençoa as dores que te ferem o espírito estraçalham o coração. Essas amarguras atrozes obrigam-te a calar, para que a verdade te fale à consciência. (Ren.)

A dor é o preço sagrado de nossa redenção… (50 A. D.)

Ninguém passará ileso nos caminhos do mundo. As pedras da incompreensão e da dor, no ambiente comum da existência carnal, chovem sobre todos. (R. – 10/952)

A maioria dos nossos irmãos na Terra caminha para Deus, sob o ultimato das dores, mas não aguardes pelo açoite de sombras, quando podes seguir, calmamente, pelas estradas claras do amor. (P. N.)

A lei das provas é uma das maiores instituições universais para a distribuição dos benefícios divinos. (Con.)

Um guia espiritual pode ser um bom amigo, mas nunca poderá desempenhar os vossos deveres próprios, nem vos arrancar das provas e das experiências imprescindíveis à vossa iluminação. (Con.)

Dor e sacrifício, aflição e amargura são processos de sublimação que o Mundo Maior nos oferece, a fim de que a nossa visão espiritual seja acrescentada. (R. – 10/953)

Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz. (V. L.)

Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus. (V. L.)

Toda dor física é um fenômeno, enquanto que a dor moral é essência. Daí a razão por que a primeira vem e passa, ainda que se faça acompanhar das transições de morte dos órgãos materiais, e só a dor espiritual é bastante grande e profunda para promover o luminoso trabalho do aperfeiçoamento e da redenção. (Con.)

Numerosas criaturas sentem-se eminentemente sofredoras, por não lhes ser possível a prática do mal; revoltam-se outras porque Deus não lhes atendeu aos caprichos perniciosos. (C. V. V.)

O sofrimento de muitos homens, na essência, é muito semelhante ao do menino que perdeu seus brinquedos. (C. V. V.)

Lágrimas, nos lares da carne, freqüentemente expressam júbilos e lares celestiais. Os orientadores divinos, porém, não folgam porque os seus tutelados sejam detentores de padecimentos, mas justamente porque semelhante situação indica possibilidades renovadoras no trabalho de aperfeiçoamento. (V. L.)

A dor espreitar-nos-à a existência, porque a dor é o selo do aperfeiçoamento moral no mundo… (Av. C.)

O sofrimento é a forja purificadora, onde perdemos o peso das paixões inferiores, a fim de nos alçarmos à vida mais alta… Quase sempre é na câmara escura da adversidade que percebemos os raios da Inspiração Divina, porque a sociedade terrestre costuma anestesiar-nos o espírito… (Av. C.)

Treva e sofrimento são estados de nossa posição imperfeita, à frente do Altíssimo… (Av. C.)

A dor é o lado avesso da alegria, assim como a sombra é o reverso da luz… Mas, na economia das verdades eternas, só a alegria e a luz nunca morrem. (A. C.)

As enfermidades congênitas nada mais são que reflexos da posição infeliz a que nos conduzimos no pretérito próximo. (P. V.)

Sobre o Autor Hayslam

Psicólogo, espírita, professor, palestrante. Acima de tudo, alguém em busca da própria transformação, tendo Jesus como modelo e o Evangelho como roteiro de vida.